CNJ recomenda aos Tribunais exigir nível universitário para acesso ao cargo de Oficial de Justi

CNJ recomenda aos Tribunais exigir nível universitário para acesso ao cargo de Oficial de Justi

A decisão plenária acatou voto do conselheiro relator Mairan Maia (foto) e foi tomada em sessão realizada nesta terça feira, 20/11, com base em pedido de providências protocolado pelo Sindicato dos Servidores da Justiça do Maranhão (SINDJUS).

A medida tem efeito vinculante e terá que ser acatada por todos os tribunais que ainda não adotam tal exigência para provimento do cargo efetivo de Oficial de Justiça.

Apesar da recomendação ser aberta a qualquer formação universitária, o conselheiro Mairam Maia votou pela exigência preferencial pela formação em direito. “Vamos agora aguardar que o TJMA do Maranhão seja notificado da decisão para que envie projeto de lei à Assembléia Legislativa, adaptando-se à recomendação do CNJ”, informou Anibal Lins, presidente do SINDJUS, que fez a sustentação oral na tribuna do Conselho.

SECRETÁRIOS JUDICIAIS

O CNJ também iniciou o julgamento da representação em que o SINDJUS solicita a extinção do cargo comissionado de Secretário Judicial e a reconstituição do cargo efetivo de Escrivão de Justiça, para a Justiça de Primeiro Grau do Estado do Maranhão.

O relator desse segundo processo foi o conselheiro Rui Stoco, que opinou pelo indeferimento do pedido.

Contudo, o julgamento foi adiado em função de ter sido convertido em diligência para apurar quantas serventias extrajudiciais existem no Poder Judiciário Maranhense. Após isso, no tocante à atividade notarial, o CNJ deve determinar a abertura de concurso público para esses cargos.

O conselheiro Rui Stoco também relatou um terceiro pedido de providências do SINDJUS, em que a entidade pede o afastamento dos servidores com mais de 70 anos em atividade no Tribunal de Justiça do Maranhão.

Este último pedido foi acatado por unanimidade.

Retirado do site do Sindjus

Ação Concluída

Sua solicitação foi processada com sucesso.

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